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Profissional virtual, cai na real!

Abril 3, 2008

sxc.hu

Www. ositequeeuquiser.com e enter. Pronto, o usuário, de frente ao computador tem todas as notícias que acontece no mundo, em tempo real, com imagens ao vivo e se quiser, através de um software pode ouvir detalhes do acontecido.

Alguns dizem que a comunicação percebeu que uma informação, na internet ,é disseminada mais rápida e “lá vamos nós”. Ela resolveu investir. Será? Não acho não.

Acredito que, só de uns tempos pra cá, o jornalismo percebeu que é preciso se especializar também na internet. Termos como “webjornalista”, não existia há anos atrás. Recentemente, a Faculdade Cásper Líbero lançou o manual de redação da internet.

Quem diria? Agora existem regras, bom senso e costume para escrever na “web”. E os furos? Os famigerados furos de reportagem? Como dar um noticia quentinha na intenet, diante de milhares de blogs, portais e sites que contam com os correspondentes, que não trabalham na redação – ficam sentados na frente do “pc” – mas contribuem para o jornal?

É futuros jornalistas, o jeito é consultar gurus tecnológicos e correr… Vai saber o que vão inventar daqui uns anos, não é?

Rhaissa Monteiro

Comentário do trecho “A produção de notícias” do livro Jornalismo digital de Pollyana Ferrari

O melhor na produção de notícias na web

Abril 3, 2008
Criar, recriar, copiar…o que é melhor na produção de notícias na web?
A questão gera opiniões contraditórias. Mas, afinal como fazer uma boa reportagem ou mesmo uma pequena nota para o conteúdo da web? Parece ser simples, mas não é. Isso porque antes de teclar um “ctrl C” e logo após “ctrl V” e passar a notícia para o público, é necessário se questionar: a informação é verídica? De onde ela veio, posso confiar? É isso que eu como leitor/internauta gostaria de ler, já que busco na internet informações tão seguras quanto a dos outros veículos de comunicação? Vêem, não é tão simples como parece. Hoje as redações online deixaram de fazer reportagens e preferem, como dizem, “empacotar” a notícia. Mas esse tal “empacotamento” é legal mesmo? Difícil, pois simplesmente receber a notícia de uma agência e mudar algumas de suas palavras ou título achando que assim já a moldou para a web, pode ser perigoso. O leitor que busca informação, seja por qualquer meio, quer e espera que esteja lendo uma notícia checada, realizada com cuidado, entrevistas, fontes. E aí é que “o bicho pega”. Cadê a qualidade, a preocupação em fornecer uma informação correta, real? Como trabalhar em cima de um texto alheio, se cada profissional tem um modo de escrever?Creio que com todo o avanço da tecnologia, que tem seu lado positivo com toda certeza, mas que traz também alguns malefícios, dependendo de como usada, podemos realizar bons trabalhos, afinal a internet é uma mídia que veio não para subtrair qualidade, mas sim somar cada dia mais no nosso dia-a-dia. É uma mídia que ainda precisa focar no seu público alvo, em seus hábitos e interesses, para poder assim conquistar o leitor e deixá-lo seguro do que está lendo, primando a ética, o profissionalismo e o respeito para com o outro.

Paula Saletti

Comentário do texto “A produção de notícias” do livro Jornalismo digital de Pollyana Ferrari.

Produção de notícias na internet

Abril 3, 2008

Computador

Nas redações online adotou-se apenas a produção de notícias, ou, como se diz na linguagem jornalística, o “empacotamento” da notícia. Deixando assim de ser um item de exercício do jornalismo, a produção de reportagens.Na maioria das vezes, o material é produzido por alguma agência de notícia conveniada, alguns parágrafos são transformados em outras matérias que são utilizadas como link correlato podendo-se adicionar fatos ou vídeos. As funções de editor e de empacotador se misturam, uma vez que a função do empacotador é traduzir uma matéria para a linguagem aceita na web.É uma espécie de ressurgimento da função de copydesk, cargo comum nos jornais de antigamente. O jornalista da internet não deixa de ser um copydesk, pois trabalha em cima do texto alheio.

O tempo virtual na vida de um jornalista digital pode assumir roupagens reais. Para isso, é necessário fazer exercícios, andar a pé, observar a poluição visual, enfim, olhar sem máscaras o que a rua lhe apresenta. Produzir uma notícia para a internet requer um alto grau de conhecimento das mídias envolvidas bem maior do que para um veiculo impresso. Um jornal virtual é a expressão máxima da realidade, está sempre em movimento, é a cores, tem imagens e ainda é global e instantâneo.A web introduziu aos jornalistas novas formas de escrever.

Assim, se o leitor está acessando as notícias on-line é porque ele se interessa mais por matérias relacionadas a internet, do que leitores de jornais ou espectadores de TV.

Danielle Honorato Kozuka

Comentário do trecho “A produção de notícias” do livro Jornalismo Digital de Pollyana Ferrari

Criar e recriar, essa é a idéia!

Março 30, 2008


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A praticidade de reproduzir matérias vem sendo algo corriqueiro no jornalismo online

O termo ‘empacotar’ nada mais é que formatar o texto com interatividade, quase que uma releitura dos copydesks de antes, o empacotador tem como função trabalhar textos prontos, transforma parágrafos em outras matérias enfim, recriar para o modo da web.

Muitos editores defendem a idéia de jornalismo virtual acreditam na propagação da notícias de uma forma expressiva, pois difunde com movimento e imagens em tempo real. Prender a atenção do leitor é fundamental quando se refere à informação interativa virtual. Elementos como links, fotos, e outros compõem os recursos da hipermídia que estão em evidência a cada dia.

Essa nova modalidade está carente de profissionais especializados, a tarefa de reproduzir matérias requer habilidades em jornalismo online e deve ser explorada para que haja um campo maior de trabalho, disseminando notícias de uma forma prazerosa além de incluir conteúdos recheados de informações sem perder a clareza e a veracidade dos fatos.

Ter novos meios de comunicação é mais um passo para o crescimento de profissionais engajados na evolução e excelência do bom jornalismo além de contribuir na expansão do mercado de trabalho.

Por Sandra Regina

Comentário do trecho “A produção de notícias” do livro Jornalismo Digital de Pollyana Ferrari

Produzir notícias online

Março 28, 2008

Nas redações online as matérias jornalísticas se tornam muito futéis, quando o texto é postado no site ele sofre algumas alterações, mas essas matérias não são feitas com tanto afinco pelo jornalista, pois não existe a apuração dos fatos.

A principal função do jornalismo online é a de empacotar as notícias, elas são recebidas através de uma agência de notícias conveniada com o site, nessa matéria é alterada o título, à abertura entre outras mudanças.

Nesse universo online do jornalismo é nitída a falta de profissionais capacitados, que tenham aprendido na academia como alterar um texto enviado de uma agência ou de um jornalista e adaptando-o para o site.

Mesmo sendo mais fácil adaptar o texto de uma agência, transformando em notícia ainda existem muitos especialistas não gostam da idéia.

Jornalismo digital não se trata só de produzir textos na internet, é muito importante pensar no internauta fiel que acompanha o site diariamente, ver realmente quais reportagens o público é atraido a ler.

Em se tratando de leitores é preciso ter sempre fotos, links, etc relacionados a matéria, um site que só possui a informação sem nenhum atrativo, será facilmente superado por um concorrente e perderá seus leitores, dinheiro e patrocinadores.

Agora fica a pergunta como oferecer algo mais para o leitor?

Adriano Gonçalves

Comentário do trecho “A produção de notícias” do livro Jornalismo Digital de Pollyana Ferrari

Anônimo – A mídia online e o jornalismo

Março 28, 2008

Produzir a noticia tecnologicamente é algo muito mais prático.
Graças às agencias, as notícias chegam prontas para serem lançadas na web sem grandes esforços. Para que fique totalmente original, o conhecimento nos programas do computador em adicionar videos ou links e pronto! A matéria está frequinha para entrar no ar.
Mas aonde esta a competência e o verdadeiro instinto do jornalista em criar suas matérias e ter o prazer de publicar algo que realmente foi feito pelas suas mãos?
É interessante para o conhecimento geral saber como funciona todas as funções da internet e derivados, alias, isso é de extrema importância já que os computadores e a web hoje são mais que necessidades. Mas não se pode perder a essência do verdadeiro jornalismo.

Comentário sobre o trecho “A produção de notícias” do livro Jornalismo Digital de Pollyana Ferrari.

Afinal o que é produzir uma notícia?

Março 28, 2008

O jornalista opera com a observação e interpretação da realidade, para isso a notícia tem que ser compreendida como produção e não como construção. Para a noticia ser bem assimilada temos que sair a campo, ir atrás das fontes e depois publicarmos. Muitos jornalistas não querem ter trabalho para fazer a sua própria notícia eles querem tudo pronto para colocarem no site e assinarem.
Com o jornalismo digital as coisas ficam bem mais fáceis pois temos todas as ferramentas em nossas mãos , a única coisa que temos que nos preocupar é saber como agradar os leitores por isso fazemos pesquisas de opiniões para saber quais assuntos lhe agradam mais.

Sera que empacotar notícia é mesmo mais fácil do que publicar???

Teresa Morais

Comentário do trecho “A produção de notícias” do livro Jornalismo Digital de Pollyana Ferrari

Empacotar notícias é problema ou solução?

Março 28, 2008

A internet é hoje, sem dúvidas, um grande meio de comunicação, que promete crescer cada vez mais. No entanto, algo entra em questão quando falamos de jornalismo online: até onde existe ética nos textos transmitidos via web?. Sabemos que a produção de reportagens não é mais trabalho somente jornalístico e, na maioria das vezes, os textos são apenas “empacotados”.
Empacotar matérias virou “mania” na web. Diariamente as páginas online recebem materiais, geralmente de agências de notícias, e apenas mudam o título, colocam fotos e alteram alguns parágrafos.
Jornalismo digital é mais do que somente a produção de reportagens na internet.
Para que um trabalho online seja bem feito, é necessária uma análise de seus internautas (realizando a famosa enquete – pesquisa de opinião com o leitor), colocando sempre conteúdos que possam completar a matéria, como fotos, vídeos ou áudio.
A grande questão é: como fidelizar o internauta se todas as páginas fizerem matérias empacotadas? A resposta está no internauta, eles percebem quando uma notícia tem fundamento ou quando está “falha”. E é ai que o bom jornalista online entra em ação: se for transmitir notícias empacotadas que seja criativo e atenda aos critérios básicos de uma ética jornalística.

Anne Floriano

Comentário do trecho “A produção de notícias” do livro Jornalismo Digital de Pollyana Ferrari

A cópia das informações

Março 28, 2008

Devido ao avanço da tecnologia, principalmente na área da internet, muitas pessoas ficam livres para publicar em sites e blogs textos originais, e até mesmo copiados de alguma fonte. O problema começa quando essas informações são usadas por jornalistas. Para fazer a notícia chegar mais rápido a sociedade estes elaboram textos em cima de textos enviados por assessorias de imprensa. O jornalista economiza tempo ao realizar o trabalho desta forma, deixa de usar seus conhecimentos para elaborar textos inéditos e fazer a apuração da notícia com as fontes oriundas.

Acabamos por perder qualidade da informação. Passamos a aceitar as informações da forma que nos são enviadas, não vamos atrás das notícias, para nos aprofundarmos mais no assunto. Assim a sociedade fica a cada dia mais passiva da grande mídia.

É neste momento que começa a retornar a figura do copydesk, uma função antiga realizada por profissionais de letras, que tinham por função deixar o texto “já existente” em um texto mais claro e objetivo.

Precisamos de profissionais de jornalismo que tratem a notícia, o fato como algo sério que precisa ser tratado minuciosamente a sua publicação. Apenas dessa forma conseguiremos possuir uma sociedade mais crítica, que gere uma melhor condição de vida para todos.

Cristina Ribeiro

Cópia

Comentário do trecho “A produção de notícias” do livro Jornalismo Digital de Pollyana Ferrari

Revolução copydesk

Março 27, 2008

No cenário virtual, a imprensa ganha nova cara. Moderna. Insegura. Possível. O jornalismo depara-se com um mar de oportunidades até então inviáveis em outras plataformas – rádio, TV, impressos – mas, ao mesmo tempo, em sua frente encontram-se enormes desafios. Um dos principais, e que merece destaque, é a adaptação. Ou seria melhor dizer invenção? O jornalismo deve se reinventar para conquistar o mundo da internet, processo que carece de atenção. Poucos são os jornalistas com este comprometimento. E muitos deles se frustram. Seguir um modelo é mais fácil. Mas, pelo menos por aqui, não trará o resultado desejado.

As redações online diferem-se das redações “físicas”. O leitor do webjornalismo é mais exigente. Ele percorreu um caminho até chegar a sua notícia, caro jornalista. Não foi alvejado por imagens e sons que lhe saltaram aos olhos e ouvidos. Foi porque quis. E, por querer, merece o devido respeito. Sua linguagem é outra e deve ser respeitada. Ele quer ser respeitado. E necessita ser ouvido. Sua opinião deve ser recebida e, se possível, complementada com mais uma informação. Seja ela favorável ou não. O leitor on-line quer produzir notícia. E, quando o cenário favorece, ele pode produzir material de excelente qualidade.

O jornalismo on-line é rápido. O mais veloz dentre todos os estilos. As notícias são atualizadas a cada minuto. Quando possível, a cada segundo. A presença das agências de notícias é maçante. Elas dão a matéria-prima. Mas, e aí, o que fazer? Retransmitir esta commodity ou transformá-la em produto com mais valor agregado. Voto pela segunda opção. E vou explicar o motivo.

Ctrl+c, Crtl+v. Reuters, BBC, EFE, Al Jazeera. Notícias de todo mundo disponíveis em seu site a partir de uma combinação de teclas. Pronto! Atualizado! Estou noticiando antes de todo mundo! Alto lá. Para muitos o trabalho termina por aí. Prefiro pensar que, na verdade, esta foi a primeira etapa. O que impede de completarmos estas notícias com informações que interessem nossos usuários leitores? É neste ponto que se conquista um fiel visitante. As agências realizam um trabalho magnifíco, mas, pelo seu propósito, beiram a superficialidade (não se adentram nos assuntos) e noticiam o interessante, de maneira geral, para todo mundo (assuntos universais). Será que os leitores do mundo todo possuem os mesmos interesses? Se gostamos tanto de ser esclarecidos sobre as pequenas coisas que acontecem em nossas vidas, o que justifica fazermos corpo mole diante da notícia? OK, um casal de ingleses surdos querem ter um filho, através de um processo de fertilização, que também apresente esta deficiência. A legislação britânica não aceita. Lá, somente fetos sem “falhas” podem ser utilizados. E no Brasil, como seria esta situação?

E então, o que esperar do webjornalismo?

Thiago Barrozo

Comentário do trecho “A produção de notícias” do livro Jornalismo Digital de Pollyana Ferrari